Uma vez eu conheci uma menina. 

Do jeito mais idiota e incoerente do mundo. Via internet. Minha mãe tanto dizia que eu não devia conhecer pessoas por esse meio de comunicação, por ser perigoso, e realmente era.

Pouco mais de um mês de conhecer essa, eu já estava completamente apaixonada. Não sei o que mais me encantou nela. Talvez tenha sido a mistura de tudo. Aquele caráter completamente admirável. O seu jeito de falar de quem ama. Sua forma de pensar nos outros sempre antes dela mesma. Sua risada. Sua voz. 

Começamos a nos comunicar por telefone. E veja só, mais ou menos onze horas de papo, brigas, risadas, conversas e declarações. Foi exatamente nesse dia que eu me toquei, que estava em uma via sem volta. Um caminho sem curvas, sem contramão, sem mão dupla. Uma única via.

Passaram-se os dias, os meses, e a distancia doía cada vez mais. A saudade já não cabia mas em mim. Eu já estava -sem exagerar- enlouquecendo. E foi então que chegou o dia. O grande dia. O melhor dia de toda a minha vida.

Resumidamente, eram nove horas da noite e eu estava sozinha na porta de uma boate e com o coração batendo mais forte do que qualquer vez que eu fiquei nervosa. E eu não via nada, nem ninguém, e quanto mais os minutos passavam, mais meu coração me machucava com suas batidas. As pernas tremiam, tanto, que me impossibilitava dar um único passo. As mãos transpiraram toda a água que tinha em meu corpo. E então eu a vi… E eu não conseguia tirar os olhos dela. Quando vi aquele sorriso pela primeira vez, foi o suficiente, para eu ter a certeza de que era ela. Tinha sido ela esse tempo todo. E cada abraço, cada beijo, cada sorriso ficaram gravados no meu peito como se tivessem sido feitos de ferro quente. Tatuagem mesmo, sabe?

E desde então, meus finais de semana ficaram basicamente girando em torno dela. O que quer que eu tivesse pra fazer, ficaria pra depois, ou não seria feito. Porque eu precisava vê-la. E cada vez que eu sabia que estaria com ela na sexta, ou no sábado, a semana se arrastava. Parecia que em cada semana, existiam um, dois anos. E mesmo assim, a cada noite eu sorria por saber que estava chegando. Podia demorar, mas estava chegando.

Isso rolou até mais ou menos o quinto mês. Foi então que tudo teve uma revira volta. Está enganado se acha que foi pra pior. Desde o comecinho do ano, sem forçar, desde o dia primeiro de janeiro, que as coisas mudaram. Eu não comecei a vê-la por um dia, uma madrugada, e sim por dois, três dias. O final de semana inteiro. E esses dois ou três dias começaram a fazer valer a semana toda. Eu continuava a contar os minutos, mas agora por saber que viveria por mais tempo ao lado dela. Veria mais sorrisos, por mais tempo. E mais algumas outras coisinhas. 

Comecei a trocar não só os finais de semana pra ficar com ela. Mas também feriados, carnaval, e o qualquer tempo que me sobrasse seria dedicado todo e unicamente à ela.

E me pergunta se isso tudo valeu a pena? Não valeu, ainda vale. Acha que eu perdi tempo? Sim, e faria tudo de novo. Absolutamente tudo. Sofreria cada dia, sorriria cada dia. Perderia cada madrugada ouvindo aquela voz baixinha, aquele risinho, e iria ao colégio com sono, mas não trocaria esses dias por nada.

Hoje, estamos em uma terrível fase. Mais uma. Mas dessa vez é mais complicado. Por mais que as outras também tenha sido, dessa vez é diferente. Mais sério. Mais estranho. Mais forte. E muito, muito mais doloroso. 

Mas eu ouvi uma vez que amor acontece uma vez só. E não em uma vida, em toda uma eternidade. E eu não sei descrever bem o amor, mas acho que tenho alguns sintomas. Pensar em uma pessoa ao acordar, e ir dormir pensando nela. Sonhar acordada, sorrir ao imaginar aquele sorriso. Lembrar dos momentos como se fosse um filme, construir um futuro, mesmo que na minha cabeça, ao lado dela. Fazer planos, com ela. Eu não sei bem, mas se isso não for amor, o que será?
De qualquer forma, sendo essa fase boa ou ruim, ela terá de acabar. Grande ou pequena, ela terá que acabar. Porque eu nunca, em toda a minha vida, amei alguém como eu amo agora. E nunca vou amar. É como eu disse, isso só acontece uma vez. Graças à Deus aconteceu comigo, e é graças à Ele que nunca irá acabar. 

Uma vez eu conheci uma menina. 

Do jeito mais idiota e incoerente do mundo. Via internet. Minha mãe tanto dizia que eu não devia conhecer pessoas por esse meio de comunicação, por ser perigoso, e realmente era.

Pouco mais de um mês de conhecer essa, eu já estava completamente apaixonada. Não sei o que mais me encantou nela. Talvez tenha sido a mistura de tudo. Aquele caráter completamente admirável. O seu jeito de falar de quem ama. Sua forma de pensar nos outros sempre antes dela mesma. Sua risada. Sua voz. 

Começamos a nos comunicar por telefone. E veja só, mais ou menos onze horas de papo, brigas, risadas, conversas e declarações. Foi exatamente nesse dia que eu me toquei, que estava em uma via sem volta. Um caminho sem curvas, sem contramão, sem mão dupla. Uma única via.

Passaram-se os dias, os meses, e a distancia doía cada vez mais. A saudade já não cabia mas em mim. Eu já estava -sem exagerar- enlouquecendo. E foi então que chegou o dia. O grande dia. O melhor dia de toda a minha vida.

Resumidamente, eram nove horas da noite e eu estava sozinha na porta de uma boate e com o coração batendo mais forte do que qualquer vez que eu fiquei nervosa. E eu não via nada, nem ninguém, e quanto mais os minutos passavam, mais meu coração me machucava com suas batidas. As pernas tremiam, tanto, que me impossibilitava dar um único passo. As mãos transpiraram toda a água que tinha em meu corpo. E então eu a vi… E eu não conseguia tirar os olhos dela. Quando vi aquele sorriso pela primeira vez, foi o suficiente, para eu ter a certeza de que era ela. Tinha sido ela esse tempo todo. E cada abraço, cada beijo, cada sorriso ficaram gravados no meu peito como se tivessem sido feitos de ferro quente. Tatuagem mesmo, sabe?

E desde então, meus finais de semana ficaram basicamente girando em torno dela. O que quer que eu tivesse pra fazer, ficaria pra depois, ou não seria feito. Porque eu precisava vê-la. E cada vez que eu sabia que estaria com ela na sexta, ou no sábado, a semana se arrastava. Parecia que em cada semana, existiam um, dois anos. E mesmo assim, a cada noite eu sorria por saber que estava chegando. Podia demorar, mas estava chegando.

Isso rolou até mais ou menos o quinto mês. Foi então que tudo teve uma revira volta. Está enganado se acha que foi pra pior. Desde o comecinho do ano, sem forçar, desde o dia primeiro de janeiro, que as coisas mudaram. Eu não comecei a vê-la por um dia, uma madrugada, e sim por dois, três dias. O final de semana inteiro. E esses dois ou três dias começaram a fazer valer a semana toda. Eu continuava a contar os minutos, mas agora por saber que viveria por mais tempo ao lado dela. Veria mais sorrisos, por mais tempo. E mais algumas outras coisinhas. 

Comecei a trocar não só os finais de semana pra ficar com ela. Mas também feriados, carnaval, e o qualquer tempo que me sobrasse seria dedicado todo e unicamente à ela.

E me pergunta se isso tudo valeu a pena? Não valeu, ainda vale. Acha que eu perdi tempo? Sim, e faria tudo de novo. Absolutamente tudo. Sofreria cada dia, sorriria cada dia. Perderia cada madrugada ouvindo aquela voz baixinha, aquele risinho, e iria ao colégio com sono, mas não trocaria esses dias por nada.

Hoje, estamos em uma terrível fase. Mais uma. Mas dessa vez é mais complicado. Por mais que as outras também tenha sido, dessa vez é diferente. Mais sério. Mais estranho. Mais forte. E muito, muito mais doloroso. 

Mas eu ouvi uma vez que amor acontece uma vez só. E não em uma vida, em toda uma eternidade. E eu não sei descrever bem o amor, mas acho que tenho alguns sintomas. Pensar em uma pessoa ao acordar, e ir dormir pensando nela. Sonhar acordada, sorrir ao imaginar aquele sorriso. Lembrar dos momentos como se fosse um filme, construir um futuro, mesmo que na minha cabeça, ao lado dela. Fazer planos, com ela. Eu não sei bem, mas se isso não for amor, o que será?

De qualquer forma, sendo essa fase boa ou ruim, ela terá de acabar. Grande ou pequena, ela terá que acabar. Porque eu nunca, em toda a minha vida, amei alguém como eu amo agora. E nunca vou amar. É como eu disse, isso só acontece uma vez. Graças à Deus aconteceu comigo, e é graças à Ele que nunca irá acabar.

E bom, não é um status, uma aliança, ou algumas palavras que vão mudar isso. Pode dizer o que for, as pessoas podem dizer o que for, que o que eu sinto, aqui dentro, jamais irá mudar. Nunca, nem por um milésimo de segundo.

Sinto falta dos telefonemas, das mensagens, das conversas. Das brigas. Dos sorrisos, dos abraços, de tudo. Sinto falta de absolutamente tudo quando você não está comigo. Tudo e mais um pouco. Só de pensar em você, meu coração já aperta. Já dói feito um machucado, que nunca para de sangrar. Mas sabe qual é a parte boa disso tudo? É que vai passar. No instante em que eu ver os braços tortos e o sorriso mais lindo do mundo. 

Tô contando as horas pra ter você de volta. Não aguento mais essa saudade. Volta logo pra mim, tá?

“Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco…”

Você é linda. A garota mais linda do mundo.

Te amo. Mais do que tudo.

Postado em Mayo/30/2012 | 0 notas | Reblogue isso!

(vía maisumnasociedade)

Postado em Mayo/21/2012 | 37178 notas | Reblogue isso!

(Fuente: ps-pictures, vía maisumnasociedade)

Postado em Mayo/21/2012 | 1929 notas | Reblogue isso!
"É sorte
Ou lei da atração
Pense em coisas boas
E coisas boas virão."

Postado em Mayo/21/2012 | 2697 notas | Reblogue isso!

(Fuente: androi-d, vía maisumnasociedade)

Postado em Mayo/21/2012 | 11283 notas | Reblogue isso!
"Gosto de pessoas que conseguem me enxergar além do que eu pareço ser."

Postado em Mayo/21/2012 | 46934 notas | Reblogue isso!

(Fuente: mesmo-distante, vía maisumnasociedade)




Postado em Mayo/21/2012 | 3087 notas | Reblogue isso!

(vía maisumnasociedade)




Postado em Mayo/21/2012 | 4738 notas | Reblogue isso!